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O Dia Depois de Amanhã, Amanhã mesmo
Gente hoje fiquei com medo. Acabei de assistir "O Dia Depois de Amanhã" sobre a devastação climática, com furacões, nevascas, congelamentos. Durante o filme, onde eu moro, São Pedro (SP) interior do Estado de São Paulo, uma ventania danada, e nuvens negras se formando. Parecia cinema 3D. O filme rolando, e as mudanças climáticas ao vivo. Acabou o filme, abri o UOL e vejo: terremoto na Califórnia, nevasca na Espanha, na Alemanha e na Inglaterra. Inundações na Albânia, e claro, muita chuva no nosso Brasil. Temperaturas frias fora do normal nos Estados Unidos, incluindo na Flórida onde raramente faz frio. Enfim, o filme é de 2004, ou seja, já se passaram 6 anos. Mas a impressão que tenho é que tudo aquilo que ele mostra está cada vez mais próximo de acontecer.
Escrito por Stevan Lekitsch às 17h44
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"O Paradoxo do Nosso Tempo" Autor: George Carlin Buscar na Web "George Carlin"
Quando: sem data O Paradoxo do Nosso Tempo Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Categoria: Citação
Escrito por Stevan Lekitsch às 13h20
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"SOBRE TEMPO E JABUTICABAS"
Autor: Autor Desconhecido
Buscar na Web "Autor Desconhecido"
Quando: sem data
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes. Nunca será perda de tempo.
O essencial faz a vida valer a pena.
Basta o essencial!
Categoria: Citação
Escrito por Stevan Lekitsch às 13h19
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Faça uma lista de grandes amigos Quem você mais via há dez anos atrás Quantos você ainda vê todo dia Quantos você já não encontra mais Faça uma lista dos sonhos que tinha Quantos você desistiu de sonhar! Quantos amores jurados pra sempre Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece Na foto passada ou no espelho de agora Hoje é do jeito que achou que seria? Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava Quantos você conseguiu entender Quantos segredos que você guardava Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava Quantas você teve que cometer Quantos defeitos sanados com o tempo Eram o melhor que havia em você
Quantas canções que você não cantava Hoje assobia pra sobreviver Quantas pessoas que você amava Hoje acredita que amam você
Faça uma lista de grandes amigos Quem você mais via há dez anos atrás Quantos você ainda vê todo dia Quantos você já não encontra mais
Quantos segredos que você guardava Hoje são bobos ninguém quer saber Quantas pessoas que você amava Hoje acredita que amam você
Categoria: Música
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h20
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Je Ne Regrette Rien - de Michel Vaucaire e Charles Dumont - por Edith Piaf
Non, rien de rien Non, je ne regrette rien Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal Tout ça m'est bien égal Non, rien de rien Non, je ne regrette rien C'est payé, balayé, oublié Je me fous du passé
Avec mes souvenirs J'ai allumé le feu Mes chagrins, mes plaisirs Je n'ai plus besoin d'eux
Balayés mes amours Avec leurs trémolos Balayés pour toujours Je repars à zéro
Non, rien de rien Non, je ne regrette rien Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal Tout ça m'est bien égal
Non, rien de rien Non, je ne regrette rien Car ma vie Car mes joies Aujourd'hui Ça commence avec toi...
Categoria: Música
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h17
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Músicas que eu Gosto

Há várias músicas que eu gosto, e que às vezes me pegam em certos momentos. Para poder postar elas aqui, e reuní-las, criei a Categoria Músicas. Espero que gostem das músicas que eu escolho.
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h05
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Precisa-se de autores! E com urgência!
Não é de hoje. Mas há alguns anos já, pode se observar uma crise nacional de autores em nosso país, principalmente na área de entretenimento que envolve a televisão. Alguns poucos autores, principalmente de novelas, como Gilberto Braga, Benedito Ruy Barbosa, Alcides Nogueira, Walcyr Carrasco, pela falta de novos autores, entram numa rotina escorchante de mal terminar uma novela, já ter que começar outra, pois não tem quem os substitua. Houve casos mais graves ainda, quando Benedito Ruy Barbosa teve um problema de saúde durante os capítulos da novela Esperança, e Walcyr foi convocado às pressas para terminar a novela, sendo que estava com outra simultaneamente no ar, no horário da tarde. Aguinaldo Silva, entra novela sai novela, jura de pé junto que não volta mais a escrever, pois a pressão pela audiência é sempre constante e pesada, e a falta de novos autores, o obriga a escrever novelas quase uma atrás da outra, o que não permite nem muito descanso entre os 8 meses que separam uma produção de outra. Os diretores e elenco até podem mudar, mas a variedade de autores está cada vez mais escassa. E essa escassez, e esse arrocho feito em cima dos autores atuais, comprometem não só a qualidade do texto, pois chega uma hora que a cabeça e as mãos não acompanham o ritmo, como também a variedade. Por mais que modifiquem, inventem e façam malabarismos, autores possuem estilos, que são mantidos em suas obras por mais que sejam alteradas. O mesmo problema atinge também os criadores de minisséries, que tem se concentrado em sua maioria nas mãos de Maria Adelaide Amaral e Fernanda Young. Se formos sair das telas e olhar para os palcos, há tempos que novos nomes de peso não surgem na dramaturgia nacional. Nem algum autor com uma produção constante, como era o caso de Dias Gomes ou Nelson Rodrigues. Mas o que quero demonstrar com todos esses nomes e fatos? É que como em muitos setores no Brasil, ao contrário da máxima de que faltam empregos, e temos milhões de desempregados, nesta área temos um paradigma: faltam autores. A dramaturgia nacional, ainda mais agora nesta fase onde todas as emissoras de televisão nacionais resolveram se enveredar pelos campos da telenovela está com falta de autores. A quantidade que vem surgindo no mercado não está aparecendo na velocidade e nem na qualidade que o mercado necessita. Por máxima urgência, até a esposa do proprietário de uma grande emissora arregaçou as mangas e foi escrever novela, tamanha a falta de novos autores. Por isso, vale o aviso a todos os que gostam de escrever, e claro, possuem dom e talento para tanto: produzam! E produzam mais ainda com esse olhar televisivo. Nossa teledramaturgia necessita de novos autores e urgentemente, pois as vagas estão abertas e precisando ser preenchidas. E com urgência.
Escrito por Stevan Lekitsch às 01h58
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MSN: a criação de um dialeto ou... a morte lenta da nossa língua bem escrita?

É indubitável que a internet tomou conta de nossas vidas de forma devastadora. Já não conseguimos passar um dia sem ver o que está acontecendo no mundo em alguma "home" de algum portal, sem olhar nossos e-mails para saber se chegou alguma coisa importante, ou sem olhar nosso perfil no Orkut pra saber se alguém deixou "scrap", ou a tradução, recado. E por fim, a febre no Brasil, que é a utilização do MSN.
O MSN é um sistema de mensagens instantâneas que você fala com outra pessoa em tempo real. Redes de informações, colegas, e até mesmo empresas se utilizam dessa ferramenta para fazer contato via internet, e até economizar em telefonia, visto que esse sistema só tem o custo da internet.
Porém, essa ferramenta muito utilizada por jovens e adolescentes, pela rapidez, está criando uma nova forma de linguagem: o "msnês". Abreviações, expressão, aglutinações, tudo é válido para se comunicar rápido e com eficiência. Um verdadeiro dialeto foi criado, quase um código. "Kd" "vc" "Td" "aki" "blz" "fmz" são alguns exemplos. Ou então, escrever trocando vogais, como "tudu", "falandu", "escrevendu".
Mas toda essa modernidade e rapidez têm uma conseqüência, e os professores, principalmente de português, estão sentindo isso na pele, ou melhor, no papel. Cada vez mais surgem provas e textos com abreviaturas "msnísticas" e os alunos já estão se esquecendo como se escreve corretamente.
Os erros de português, comuns nas janelas do MSN, estão se incorporando ao vocabulário desses adolescentes de tal forma, que eles já não sabem mais utilizar o "ç", o "ss", o "sc", e outras regras da nossa língua, corretamente. Eles vão seguindo o som das palavras, e escrevem com a primeira letra que vier na kbça. Ops, cabeça.
Por tudo isso, esse texto serve de alerta para professores, e principalmente pais. É hora de começar a ficarmos atentos à qualidade da escrita de nossos filhos, que, em benefício da modernidade, estão desaprendendo a escrever corretamente. E acaba refletindo em redações, trabalhos, provas e tudo mais. Ser rápido na internet e conhecer os códigos é uma coisa. Não saber mais escrever corretamente, é outra.
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h20
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Tenho uma coluna num site chamado IndicaPira, que é um site mais focado na cidade de Piracicaba, cidade vizinha a qual eu moro (São Pedro - SP) e cidade onde tenho o meu escritório de comunicação, que chama: Máquina de Comunicação. Vou publicar aos poucos os textos que publico por lá, que considero bem interessantes e instigantes.
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h12
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Primeira postagem

Olá pessoal. Sempre tive vontade de ter um blog, mas nunca me dava inspiração para ter um. Até que, de tanto ler o Blog dos outros, resolvi fazer o meu próprio. Aqui vou divulgar textos que escrevo, matérias, opiniões, e que apenas as pessoas que tinham acesso a eles liam. Agora todos podem ter acesso, comentar, criticar, elogiar, e tudo o mais que um blog permite. Deixe sempre seu comentário. Afinal, é para isso que um blog serve. Se não fosse pra comentar, eu não usaria minha Caneta Elétrica para escrever. Guardava tudo numa gaveta! Divirtam-se!
Escrito por Stevan Lekitsch às 01h57
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