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A Lista - de e por Oswaldo Montenegro

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você



Categoria: Música
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h20
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Je Ne Regrette Rien - de Michel Vaucaire e Charles Dumont - por Edith Piaf

Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
Tout ça m'est bien égal

Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié
Je me fous du passé

Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n'ai plus besoin d'eux

Balayés mes amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro

Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
Tout ça m'est bien égal
Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Car ma vie
Car mes joies
Aujourd'hui
Ça commence avec toi...



Categoria: Música
Escrito por Stevan Lekitsch às 02h17
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Músicas que eu Gosto

Há várias músicas que eu gosto, e que às vezes me pegam em certos momentos. Para poder postar elas aqui, e reuní-las, criei a Categoria Músicas.

Espero que gostem das músicas que eu escolho.



Escrito por Stevan Lekitsch às 02h05
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Precisa-se de autores! E com urgência!

Não é de hoje. Mas há alguns anos já, pode se observar uma crise nacional de autores em nosso país, principalmente na área de entretenimento que envolve a televisão.

Alguns poucos autores, principalmente de novelas, como Gilberto Braga, Benedito Ruy Barbosa, Alcides Nogueira, Walcyr Carrasco, pela falta de novos autores, entram numa rotina escorchante de mal terminar uma novela, já ter que começar outra, pois não tem quem os substitua.

Houve casos mais graves ainda, quando Benedito Ruy Barbosa teve um problema de saúde durante os capítulos da novela Esperança, e Walcyr foi convocado às pressas para terminar a novela, sendo que estava com outra simultaneamente no ar, no horário da tarde.

Aguinaldo Silva, entra novela sai novela, jura de pé junto que não volta mais a escrever, pois a pressão pela audiência é sempre constante e pesada, e a falta de novos autores, o obriga a escrever novelas quase uma atrás da outra, o que não permite nem muito descanso entre os 8 meses que separam uma produção de outra. Os diretores e elenco até podem mudar, mas a variedade de autores está cada vez mais escassa.

E essa escassez, e esse arrocho feito em cima dos autores atuais, comprometem não só a qualidade do texto, pois chega uma hora que a cabeça e as mãos não acompanham o ritmo, como também a variedade. Por mais que modifiquem, inventem e façam malabarismos, autores possuem estilos, que são mantidos em suas obras por mais que sejam alteradas.

O mesmo problema atinge também os criadores de minisséries, que tem se concentrado em sua maioria nas mãos de Maria Adelaide Amaral e Fernanda Young. Se formos sair das telas e olhar para os palcos, há tempos que novos nomes de peso não surgem na dramaturgia nacional. Nem algum autor com uma produção constante, como era o caso de Dias Gomes ou Nelson Rodrigues.

Mas o que quero demonstrar com todos esses nomes e fatos? É que como em muitos setores no Brasil, ao contrário da máxima de que faltam empregos, e temos milhões de desempregados, nesta área temos um paradigma: faltam autores.

A dramaturgia nacional, ainda mais agora nesta fase onde todas as emissoras de televisão nacionais resolveram se enveredar pelos campos da telenovela está com falta de autores. A quantidade que vem surgindo no mercado não está aparecendo na velocidade e nem na qualidade que o mercado necessita. Por máxima urgência, até a esposa do proprietário de uma grande emissora arregaçou as mangas e foi escrever novela, tamanha a falta de novos autores.

Por isso, vale o aviso a todos os que gostam de escrever, e claro, possuem dom e talento para tanto: produzam! E produzam mais ainda com esse olhar televisivo. Nossa teledramaturgia necessita de novos autores e urgentemente, pois as vagas estão abertas e precisando ser preenchidas. E com urgência.



Escrito por Stevan Lekitsch às 01h58
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MSN: a criação de um dialeto ou... a morte lenta da nossa língua bem escrita?

É indubitável que a internet tomou conta de nossas vidas de forma devastadora. Já não conseguimos passar um dia sem ver o que está acontecendo no mundo em alguma "home" de algum portal, sem olhar nossos e-mails para saber se chegou alguma coisa importante, ou sem olhar nosso perfil no Orkut pra saber se alguém deixou "scrap", ou a tradução, recado. E por fim, a febre no Brasil, que é a utilização do MSN.

O MSN é um sistema de mensagens instantâneas que você fala com outra pessoa em tempo real. Redes de informações, colegas, e até mesmo empresas se utilizam dessa ferramenta para fazer contato via internet, e até economizar em telefonia, visto que esse sistema só tem o custo da internet.

Porém, essa ferramenta muito utilizada por jovens e adolescentes, pela rapidez, está criando uma nova forma de linguagem: o "msnês". Abreviações, expressão, aglutinações, tudo é válido para se comunicar rápido e com eficiência. Um verdadeiro dialeto foi criado, quase um código. "Kd" "vc" "Td" "aki" "blz" "fmz" são alguns exemplos. Ou então, escrever trocando vogais, como "tudu", "falandu", "escrevendu".

Mas toda essa modernidade e rapidez têm uma conseqüência, e os professores, principalmente de português, estão sentindo isso na pele, ou melhor, no papel. Cada vez mais surgem provas e textos com abreviaturas "msnísticas" e os alunos já estão se esquecendo como se escreve corretamente.

Os erros de português, comuns nas janelas do MSN, estão se incorporando ao vocabulário desses adolescentes de tal forma, que eles já não sabem mais utilizar o "ç", o "ss", o "sc", e outras regras da nossa língua, corretamente. Eles vão seguindo o som das palavras, e escrevem com a primeira letra que vier na kbça. Ops, cabeça.

Por tudo isso, esse texto serve de alerta para professores, e principalmente pais. É hora de começar a ficarmos atentos à qualidade da escrita de nossos filhos, que, em benefício da modernidade, estão desaprendendo a escrever corretamente. E acaba refletindo em redações, trabalhos, provas e tudo mais. Ser rápido na internet e conhecer os códigos é uma coisa. Não saber mais escrever corretamente, é outra.



Escrito por Stevan Lekitsch às 02h20
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Tenho uma coluna num site chamado IndicaPira, que é um site mais focado na cidade de Piracicaba, cidade vizinha a qual eu moro (São Pedro - SP) e cidade onde tenho o meu escritório de comunicação, que chama: Máquina de Comunicação. Vou publicar aos poucos os textos que publico por lá, que considero bem interessantes e instigantes.



Escrito por Stevan Lekitsch às 02h12
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Primeira postagem

Olá pessoal. Sempre tive vontade de ter um blog, mas nunca me dava inspiração para ter um. Até que, de tanto ler o Blog dos outros, resolvi fazer o meu próprio. Aqui vou divulgar textos que escrevo, matérias, opiniões, e que apenas as pessoas que tinham acesso a eles liam. Agora todos podem ter acesso, comentar, criticar, elogiar, e tudo o mais que um blog permite. Deixe sempre seu comentário. Afinal, é para isso que um blog serve. Se não fosse pra comentar, eu não usaria minha Caneta Elétrica para escrever. Guardava tudo numa gaveta! Divirtam-se!



Escrito por Stevan Lekitsch às 01h57
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